Inaugurada em agosto de 2021, Marli Matsumoto Arte Contemporânea está instalada na Vila Madalena, em uma casa modernista do final dos anos 50. Gerada durante a pandemia, a galeria trata institucionalmente o espaço doméstico para a apresentação das obras de arte e busca ser um local de diálogo entre as produções de jovens artistas e artistas já consolidados. Em novembro de 2025 foi inaugurado um segundo espaço com o nome de Marli Matsumoto Arte Contemporânea Anexo, localizado em uma casa residencial na rua tombada Travessa Dona Paula, em Higienópolis.
Atualmente a galeria destaca a produção artística voltada para identidade e ecologia, além de áreas de pesquisa artística relacionadas à arte conceitual e obras participativas, abrangendo uma leva de narrativas, como fica evidenciado através das exposições O que é…?, de Ricardo Basbaum, e Urânia (uma novela, um entretenimento, um meme, uma ficção), de Renata Lucas, além da participação de Rirkrit Tiravanija, Martin Kippenberger e Richard Wentworth em coletivas realizadas no espaço.
Marli Matsumoto Arte Contemporânea representa os artistas Elvis Almeida, Francesco João, Juan Casemiro, Leka Mendes, Mayana Redin, Natalie Braido, Ricardo Basbaum, Rosario López e Rubiane Maia, sendo composta integralmente por artistas latino americanos. Paralelamente mantém parcerias com diversas galerias, sendo elas a Sardenberg, Luisa Strina, Central Galeria, Raquel Arnaud, Nara Roesler, Galleria Contínua, CAPACETE, Cosmocosa, entre outros.
Para além das galerias o espaço busca colaborar com iniciativas independentes e instituições de arte, como foi o caso da divisão do Anexo da galeria com o Projeto Desapê e com o Instituto Olga Kos, para o lançamento dos livros “Todos os Sons” de Caroline Alciones (2025) e o múltiplo de Cildo Meireles “Tilim Tilim”, além do livro do artista representado “Elvis Almeida” (2026).