A individual apresenta pela primeira vez, em sua totalidade, as obras que compõem a série O Paciente Circular. Desenvolvido entre 2007 e 2017, o projeto reúne três vídeos e 66 pinturas. Juntos, os trabalhos exploram processos de repetição, construindo imagens a partir de um repertório restrito de formas.
A série de pinturas é composta por 6 trabalhos circulares de 180 cm de diâmetro realizados em tinta acrílica e 60 trabalhos de 60 cm de diâmetro em acrílica e serigrafia, todas sobre MDF. Construídas a partir da mesma estrutura, organizada pela combinação de elementos circulares, as obras exploram pequenas variações cromáticas e formais, produzindo diferenças sutis entre imagens aparentemente iguais. Concebidas para operar em relação umas às outras, as pinturas se organizam no espaço como uma instalação de parede.
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h
A individual apresenta pela primeira vez, em sua totalidade, as obras que compõem a série O Paciente Circular. Desenvolvido entre 2007 e 2017, o projeto reúne três vídeos e 66 pinturas. Juntos, os trabalhos exploram processos de repetição, construindo imagens a partir de um repertório restrito de formas.
A série de pinturas é composta por 6 trabalhos circulares de 180 cm de diâmetro realizados em tinta acrílica e 60 trabalhos de 60 cm de diâmetro em acrílica e serigrafia, todas sobre MDF. Construídas a partir da mesma estrutura, organizada pela combinação de elementos circulares, as obras exploram pequenas variações cromáticas e formais, produzindo diferenças sutis entre imagens aparentemente iguais. Concebidas para operar em relação umas às outras, as pinturas se organizam no espaço como uma instalação de parede.
Nos vídeos, essa mesma lógica se manifesta por meio de três filmagens de um mesmo roteiro, nas quais pequenas mudanças de realização produzem deslocamentos sutis a partir de uma mesma estrutura.
Em texto que acompanha a exposição, o curador e pesquisador Tálisson Melo observa que O Paciente Circular “propõe um mergulho por estruturas calculáveis para incitar pequenas infiltrações de instabilidade”.
Carlito Contini desenvolve uma trajetória marcada por investigações em torno da pintura, da geometria, da serialidade e das relações entre imagem e espaço. Seu trabalho foi apresentado em instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Arte Contemporânea da USP. Suas obras integram os acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM SP) e do Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP).
A individual apresenta pela primeira vez, em sua totalidade, as obras que compõem a série O Paciente Circular. Desenvolvido entre 2007 e 2017, o projeto reúne três vídeos e 66 pinturas. Juntos, os trabalhos exploram processos de repetição, construindo imagens a partir de um repertório restrito de formas.
A série de pinturas é composta por 6 trabalhos circulares de 180 cm de diâmetro realizados em tinta acrílica e 60 trabalhos de 60 cm de diâmetro em acrílica e serigrafia, todas sobre MDF. Construídas a partir da mesma estrutura, organizada pela combinação de elementos circulares, as obras exploram pequenas variações cromáticas e formais, produzindo diferenças sutis entre imagens aparentemente iguais. Concebidas para operar em relação umas às outras, as pinturas se organizam no espaço como uma instalação de parede.
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h