10/06/2026

até

22/08/2026

Carlos Zilio: nem mais nem menos, pinturas recentes

Galeria Raquel Arnaud
Rua Fidalga, 125 - Pinheiros

A Galeria Raquel Arnaud apresenta, no dia 10 de junho, a exposição individual de Carlos Zilio, onde reúne um conjunto de obras inéditas, que aprofundam questões centrais de sua trajetória artística. Com curadoria de Tadeu Chiarelli, a mostra evidencia um momento singular da produção do artista, em que a pintura se afirma como um campo de investigação sobre seus próprios limites, tensionando continuamente a relação entre representação, espaço e percepção.

Reconhecido por uma produção que há décadas se dedica a examinar criticamente a história e os códigos da pintura, Zilio apresenta obras que retomam e ampliam discussões desenvolvidas ao longo dos últimos anos. Se parte significativa de sua trajetória foi marcada por uma abordagem analítica da linguagem de pintura, os trabalhos reunidos nesta exposição revelam uma abertura para novas possibilidades, em que a pintura passa a incorporar uma dimensão mais complexa de presença, memória e construção visual.

Galeria Raquel Arnaud
Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena

Segunda à Sexta-feira: 11h às 19h
Sábado: 11h às 15h

Galeria Raquel Arnaud
Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena

Segunda à Sexta-feira: 11h às 19h
Sábado: 11h às 15h

Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena

Galeria de Fotos

Sobre a Exposição

Curadoria: Tadeu Chiarelli

A Galeria Raquel Arnaud apresenta, no dia 10 de junho, a exposição individual de Carlos Zilio, onde reúne um conjunto de obras inéditas, que aprofundam questões centrais de sua trajetória artística. Com curadoria de Tadeu Chiarelli, a mostra evidencia um momento singular da produção do artista, em que a pintura se afirma como um campo de investigação sobre seus próprios limites, tensionando continuamente a relação entre representação, espaço e percepção.

Reconhecido por uma produção que há décadas se dedica a examinar criticamente a história e os códigos da pintura, Zilio apresenta obras que retomam e ampliam discussões desenvolvidas ao longo dos últimos anos. Se parte significativa de sua trajetória foi marcada por uma abordagem analítica da linguagem de pintura, os trabalhos reunidos nesta exposição revelam uma abertura para novas possibilidades, em que a pintura passa a incorporar uma dimensão mais complexa de presença, memória e construção visual.

Segundo o curador, Tadeu Chiarelli, o conjunto recente de obras permite compreender a pintura de Zilio como uma forma de drama. Não um drama narrativo ou figurativo, associado à representação de acontecimentos e personagens, mas um drama inerente à própria condição da pintura: sua permanente oscilação entre afirmar-se como superfície bidimensional e sugerir a possibilidade de um espaço para além dela.

A exposição é idealizada a partir da obra “Ausência” (2022), apresentada anteriormente na retrospectiva dedicada ao artista pelo Itaú Cultural. Nela, a silhueta de um tamanduá, figura recorrente na produção de Zilio durante a década de 2010, aparece quase completamente absorvida por um campo negro. A pintura marca uma transição importante em sua trajetória e estabelece um elo entre investigações anteriores e os trabalhos mais recentes.

Nas obras apresentadas agora, o artista concentra sua pesquisa na relação entre preto e branco, explorando contrastes, aproximações e tensões que ativam a percepção do observador. Campos monocromáticos rigorosos convivem com composições em que linhas, fendas e interrupções sugerem profundidades possíveis, sem abandonar a consciência da superfície como elemento fundamental da pintura.

Ao limitar sua paleta cromática e reduzir os elementos visuais ao essencial, Zilio cria trabalhos que operam entre presença e ausência, visibilidade e ocultamento. O espaço pictórico deixa de ser apenas um plano para tornar-se um território de disputa entre aquilo que se mostra e aquilo que permanece apenas sugerido. As obras não buscam representar uma realidade externa, mas investigar a própria possibilidade da representação.

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Artistas

Carlos Zilio: nem mais nem menos, pinturas recentes

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A Galeria Raquel Arnaud apresenta, no dia 10 de junho, a exposição individual de Carlos Zilio, onde reúne um conjunto de obras inéditas, que aprofundam questões centrais de sua trajetória artística. Com curadoria de Tadeu Chiarelli, a mostra evidencia um momento singular da produção do artista, em que a pintura se afirma como um campo de investigação sobre seus próprios limites, tensionando continuamente a relação entre representação, espaço e percepção.

Reconhecido por uma produção que há décadas se dedica a examinar criticamente a história e os códigos da pintura, Zilio apresenta obras que retomam e ampliam discussões desenvolvidas ao longo dos últimos anos. Se parte significativa de sua trajetória foi marcada por uma abordagem analítica da linguagem de pintura, os trabalhos reunidos nesta exposição revelam uma abertura para novas possibilidades, em que a pintura passa a incorporar uma dimensão mais complexa de presença, memória e construção visual.

Galeria Raquel Arnaud
Rua Fidalga, 125 - Vila Madalena

Segunda à Sexta-feira: 11h às 19h
Sábado: 11h às 15h