A exposição de Dora Longo Bahia inaugura a nova sala de exposições da galeria e marca a primeira etapa do projeto de expansão da Vermelho.
Comunismo concreto reúne pinturas, fotografias, vídeo e trabalhos sobre papel desenvolvidos por Dora Longo Bahia a partir de uma pesquisa sobre as relações entre arte, política e arquitetura. A série foi desenvolvida durante uma residência da artista, entre 2022 e 2023, na Hestia Art Residency & Exhibitions Bureau, em Belgrado, Sérvia. Longo Bahia parte da aproximação entre duas imagens do comunismo: de um lado, os vestígios materiais do chamado comunismo “real”, presentes em monumentos e edifícios construídos na antiga Iugoslávia entre as décadas de 1960 e 1980; de outro, sua permanência como horizonte utópico no imaginário brasileiro.
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h
A exposição de Dora Longo Bahia inaugura a nova sala de exposições da galeria e marca a primeira etapa do projeto de expansão da Vermelho.
Comunismo concreto reúne pinturas, fotografias, vídeo e trabalhos sobre papel desenvolvidos por Dora Longo Bahia a partir de uma pesquisa sobre as relações entre arte, política e arquitetura. A série foi desenvolvida durante uma residência da artista, entre 2022 e 2023, na Hestia Art Residency & Exhibitions Bureau, em Belgrado, Sérvia. Longo Bahia parte da aproximação entre duas imagens do comunismo: de um lado, os vestígios materiais do chamado comunismo “real”, presentes em monumentos e edifícios construídos na antiga Iugoslávia entre as décadas de 1960 e 1980; de outro, sua permanência como horizonte utópico no imaginário brasileiro. Tomando como ponto de partida o contexto que deu origem ao Movimento dos Países Não Alinhados (NAM), formado por países que buscavam alternativas aos blocos da Guerra Fria, a artista estabelece relações entre arquitetura, memória e projetos de transformação social que marcaram o Brasil e a antiga Iugoslávia ao longo do século XX.
A exposição apresenta um conjunto de obras que articula monumentos iugoslavos, arquitetura brutalista, arquivos de imprensa e referências históricas para refletir sobre a persistência, a obsolescência e as contradições dos imaginários políticos modernos. Ao aproximar imagens produzidas em contextos distintos, Comunismo concreto propõe uma reflexão sobre os modos pelos quais utopias coletivas permanecem inscritas na paisagem, na memória e na cultura visual contemporânea.
A exposição é acompanhada por um texto da própria artista, no qual são desenvolvidas as reflexões que orientam o projeto, articulando os referenciais históricos, políticos e arquitetônicos presentes na pesquisa.
A exposição de Dora Longo Bahia inaugura a nova sala de exposições da galeria e marca a primeira etapa do projeto de expansão da Vermelho.
Comunismo concreto reúne pinturas, fotografias, vídeo e trabalhos sobre papel desenvolvidos por Dora Longo Bahia a partir de uma pesquisa sobre as relações entre arte, política e arquitetura. A série foi desenvolvida durante uma residência da artista, entre 2022 e 2023, na Hestia Art Residency & Exhibitions Bureau, em Belgrado, Sérvia. Longo Bahia parte da aproximação entre duas imagens do comunismo: de um lado, os vestígios materiais do chamado comunismo “real”, presentes em monumentos e edifícios construídos na antiga Iugoslávia entre as décadas de 1960 e 1980; de outro, sua permanência como horizonte utópico no imaginário brasileiro.
Segunda à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h às 17h