A Galeria 18 tem o prazer de anunciar a abertura da exposição ‘Ossos da terra’, individual do artista James Rowland com a curadoria de Valquíria Prates.
Reunindo cerca de 20 esculturas, a mostra investiga o limiar entre o equilíbrio e a ruptura. Construídas com materiais como madeira, couro, látex, chifres e tecidos, tingidos com argila, terra e lama de mangue, as esculturas parecem atravessadas por forças internas, criando formas que oscilam entre organismo, armadura, vestígio e território. A mostra constrói um espaço onde tudo é corpo vivo, buscando os paralelos entre o que constitui um corpo e o que constitui a terra, ambos atravessados por memória, pressão e transformação.
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 10h às 18h
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 10h às 18h
A Galeria 18 tem o prazer de anunciar a abertura da exposição ‘Ossos da terra’, individual do artista James Rowland com a curadoria de Valquíria Prates.
Reunindo cerca de 20 esculturas, a mostra investiga o limiar entre o equilíbrio e a ruptura. Construídas com materiais como madeira, couro, látex, chifres e tecidos, tingidos com argila, terra e lama de mangue, as esculturas parecem atravessadas por forças internas, criando formas que oscilam entre organismo, armadura, vestígio e território. A mostra constrói um espaço onde tudo é corpo vivo, buscando os paralelos entre o que constitui um corpo e o que constitui a terra, ambos atravessados por memória, pressão e transformação.
A pesquisa artística de James Rowland parte da observação da natureza, da ancestralidade da relação humana com a terra, aproximando corpo, folclore e matéria. O artista desenvolve formas biomórficas e orgânicas com materiais naturais, criando formas que parecem vivas e carregadas de presenças ancestrais.
A Galeria 18 tem o prazer de anunciar a abertura da exposição ‘Ossos da terra’, individual do artista James Rowland com a curadoria de Valquíria Prates.
Reunindo cerca de 20 esculturas, a mostra investiga o limiar entre o equilíbrio e a ruptura. Construídas com materiais como madeira, couro, látex, chifres e tecidos, tingidos com argila, terra e lama de mangue, as esculturas parecem atravessadas por forças internas, criando formas que oscilam entre organismo, armadura, vestígio e território. A mostra constrói um espaço onde tudo é corpo vivo, buscando os paralelos entre o que constitui um corpo e o que constitui a terra, ambos atravessados por memória, pressão e transformação.
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 10h às 18h