Agorinha dá continuidade ao programa expositivo da Quadra, apresentando a primeira individual de Jesus José na galeria. Com texto curatorial de Lorraine Mendes, a mostra investiga a pintura como um campo de experiência sensível, onde imagem, tempo e matéria se constituem em mútua relação.
Agorinha dá continuidade ao programa expositivo da Quadra, apresentando a primeira individual de Jesus José na galeria. Com texto curatorial de Lorraine Mendes, a mostra investiga a pintura como um campo de experiência sensível, onde imagem, tempo e matéria se constituem em mútua relação.
O título da exposição desloca uma expressão recorrente do Centro-Oeste brasileiro para o campo da arte: “agorinha” não é apenas um marcador temporal, mas um tempo em suspensão, elástico e ambivalente. Nas telas de Jesus José, a pintura não se impõe, mas se deixa acontecer em um campo de duração. Através de sobreposições, apagamentos e uma escuta atenta à matéria, o artista constrói superfícies que resistem à leitura imediata, convidando o olhar a habitar o intervalo entre o visível e o invisível.
Agorinha dá continuidade ao programa expositivo da Quadra, apresentando a primeira individual de Jesus José na galeria. Com texto curatorial de Lorraine Mendes, a mostra investiga a pintura como um campo de experiência sensível, onde imagem, tempo e matéria se constituem em mútua relação.