A partir de 27 de junho a Quadra apresenta “As Cascas da Lua (cadouços para Cida)”, exposição individual de Matheus Chiaratti, com curadoria de Luis Pérez-Oramas.
Matheus Chiaratti constrói um universo atravessado por relações entre natureza, erotismo, tragédia, arqueologia afetiva, infância e poesia. Partindo de um encontro inesperado entre uma fotografia de sua tia-avó Cida e a figura de Marilyn Monroe, o artista elabora narrativas visuais que transitam entre documento e ficção, desejo e recordação. Pinturas, esculturas, fotografias e trabalhos têxteis articulam personagens familiares, objetos herdados e memórias fragmentárias em uma investigação sobre as formas pelas quais a imaginação transforma vestígios da vida em construção poética.
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h – 16h
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h – 16h
A partir de 27 de junho a Quadra apresenta “As Cascas da Lua (cadouços para Cida)”, exposição individual de Matheus Chiaratti, com curadoria de Luis Pérez-Oramas.
Matheus Chiaratti constrói um universo atravessado por relações entre natureza, erotismo, tragédia, arqueologia afetiva, infância e poesia. Partindo de um encontro inesperado entre uma fotografia de sua tia-avó Cida e a figura de Marilyn Monroe, o artista elabora narrativas visuais que transitam entre documento e ficção, desejo e recordação. Pinturas, esculturas, fotografias e trabalhos têxteis articulam personagens familiares, objetos herdados e memórias fragmentárias em uma investigação sobre as formas pelas quais a imaginação transforma vestígios da vida em construção poética.
A partir de 27 de junho a Quadra apresenta “As Cascas da Lua (cadouços para Cida)”, exposição individual de Matheus Chiaratti, com curadoria de Luis Pérez-Oramas.
Matheus Chiaratti constrói um universo atravessado por relações entre natureza, erotismo, tragédia, arqueologia afetiva, infância e poesia. Partindo de um encontro inesperado entre uma fotografia de sua tia-avó Cida e a figura de Marilyn Monroe, o artista elabora narrativas visuais que transitam entre documento e ficção, desejo e recordação. Pinturas, esculturas, fotografias e trabalhos têxteis articulam personagens familiares, objetos herdados e memórias fragmentárias em uma investigação sobre as formas pelas quais a imaginação transforma vestígios da vida em construção poética.
Terça à Sexta-feira: 10h às 19h
Sábado: 11h – 16h